No dia 26 de março de 2015, na biblioteca da Escola Estadual Fé em Deus, foi realizado o I Encontro do Curso de Formação Continuada de Professores do Ensino Médio que compõe o Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio- PNEM.Tendo como orientadora de estudo a pedagoga Wânia Cantanhede.
No primeiro momento, foi realizada a apresentação do PNEM tendo como objetivo promover a melhoria de qualidade do Ensino Médio e a metodologia utilizada no curso. Logo após foi realizada, a apresentação do caderno I: Ensino Médio e Formação Integral e discussão da temática apresentada.
Este é um momento ímpar para o ensino médio da escola Fé em Deus, é um grande momento de refletir nossas atividades no cotidiano escolar e buscar alternativas, visando melhorar nosso desempenho, tornando nossa missão menos sofrida e angustiante.
ResponderExcluirBom feriado a todos
Com certeza professor Onázis,precisamos ter compromisso e encontrar sempre novas estratégias e metodologias que venham proporcionar aos nossos alunos uma melhor aprendizagem e uma educação de qualidade.
ResponderExcluirFORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/2015
ResponderExcluirESCOLA FÉ EM DEUS
1- REFLEXÃO E AÇÃO.
“Os Jovens suas experiências, necessidades e expectativas, na construção do conhecimento, via escola pública”
Professor X Alunos
A escola que pensamos e precisamos, é uma escola que tenha seus princípios com base na Gestão Democrática, que apresente regras claras que assegurando a participação efetiva de estudantes, professores, funcionários, familiares e outros seguimentos da sociedade organizada e financiamento do estado. Nesses ambientes ou espaços de ensino devem colocar os jovens estudantes e as suas vozes como os atores centrais do processo educacional, em cada aspecto das operações da escola, incluindo aprendizagem, ensino e liderança. Os professores e pedagogos deverão ser facilitadores que participam do processo educacional auxiliando nas atividades educacionais de acordo com os interesses da sociedade e com significado para a vida dos estudantes.
Assim, podemos observar que todos estão democraticamente comprometidos na construção coletiva do conhecimento no espaço escolar e na responsabilidade das relações de compromisso um com os outros. Dessa forma o estudante aprende a ter iniciativa e determinar a velocidade de seu aproveitamento no processo de ensino-aprendizado, praticando atividades que são do seu interesse. A aprendizagem na educação democrática enfrenta outros entraves internos e externos para o seu pleno funcionamento, entre eles a demora no reconhecimento e ampliação dos direitos do estudante, à tardia ampliação de direitos faz a criação de um contexto complexo de uma sociedade muito desigual, com índices alarmantes de pobreza e violência, onde a falta de acesso ao ensino médio (em especial no ensino noturno) gera a falta de oportunidades de formação para os jovens em geral. Este fato é facilmente comprovado pela precariedade das condições de vida de grande parte de nossos jovens brasileiros, onde 50% não estão matriculados no ensino médio.
A insegurança escolar provocada principalmente pela violência em torno da escola, entre alunos e alunos, alunos e professores, a indisciplina em sala de aulas, uso de drogas e outros, são fatos que acabam inibindo a participação democrática desses entes na busca de práticas pedagógica de qualidade, com vista a transmissão de saberes sistemáticos para a construção da identidade pessoal do aluno. O impedimento dessas práticas pedagógicas faz aumentar muito o distanciamento do ensino escolar do mundo profissional do desses jovens. Neste sentido o importante é que o professor consiga despertar no aluno a vontade pela busca do conhecimento, em tirar de si mesmo o prazer para estudar as matérias que compõem o currículo do ensino médio da escola pública, professores e alunos devem estar juntos nesse processo e não buscando culpados pelo fracasso de um ou de outro, mas sim buscar modelos que possam minimizar o problema da educação no ensino médio nas escolas públicas.
ONAZIS DO AMARAL
nosso encontro será amanhã quinta feira as 18 horas
ResponderExcluirFORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/2015
ResponderExcluirESCOLA FÉ EM DEUS
1- REFLEXÃO E AÇÃO-ATIVIDADE-1, CADERNO-3
“QUE RELAÇÕES EXISTEM ENTRE O QUE EU ENSINO E O MUNDO DO TRABALHO, DA CIÊNCIA, DA TECNOLOGIA DA CULTURA”
Pensar no novo desenho curricular numa perspectiva de uma educação integral associando as dimensões de trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura, para o ensino médio brasileiro, exige acima de tudo que todos os agentes envolvidos no processo de ensino(professores, alunos, técnicos, gestores, governo, outros agentes), possam ter a capacidade de se sentirem partes desse processo, ter compromisso, ser protagonistas e parte indispensável para alcançar os objetivos propostos, o que não percebemos existir hoje na maioria desses grupos. Essa falta de comprometimento desses grupos na busca de um currículo que contemple essas perspectivas, compromete a qualidade do ensino sem conseguir resultados satisfatórios e que tenda os anseios desta sociedade. Hoje fazemos enumeras pesquisas, para levantar dados, que possa contribuir para a construção de um novo currículo, o que percebemos é que ao invés de fazermos uma verdadeira mudança de comportamento na perspectiva de uma educação de qualidade, ficamos fazendo apenas lamentações e procurando algo que justifique o fracasso da educação, ou seja mesmo com o conhecimento do diagnóstico da educação, o que esta errado nas nossas práticas educacionais, não conseguimos fazer as mudanças necessárias para atingirmos uma educação integral de resultados positivos para nossos alunos.
O que estamos fazendo na verdade hoje é debruça sobre os dados desse fraco desempenho da educação pública, com o baixo rendimento atingido pelos nossos alunos nas avaliações externas. Ao perdemos qualidade do ensino, desmotivamos nossos alunos a prosseguir seus estudos ou permanecer na escola pública, aumentando o número de abandono, não conseguimos evoluir nem como educação sistematizada com fins de acesso ao ensino superior, nem para atender as necessidades do mercado de trabalho. Ao tabular nossos erros cometidos durante nossas práticas em sala de aulas e tentamos buscar as justificativas para esses erros, não conseguimos provocar as mudanças necessárias que possibilite melhorar o desempenho de nossos alunos, continuamos com as mesmas práticas no ano seguinte sem as devidas correções. As explicações que perpassam entre educadores, pais, alunos e a sociedade em geral sobre o fracasso da nossa educação estão, em grande parte, respaldadas em mitos ou paradigmas que já foram diagnosticados ou superados, porém continuam presentes nas práticas educativas. A superação desses obstáculos e o enfrentamento do fracasso escolar requerem um aprofundamento teórico e discussões coletivas, sobretudo no interior da nossa escola. Necessita de uma tomada de consciência e um agir crítico dos agentes envolvidos no processo do ensino-aprendizagem, no sentido de verificar quais ações poderão contribuir para a construção de um currículo para o sucesso escolar de nossos educandos.
Concluímos que há necessidade de novas práticas pedagógicas, no sentido de uma verdadeira democratização da construção do currículo da escola pública e, aos educadores, a continuidade da luta por uma escola enquanto espaço de humanização de nossos alunos, na busca constante de formação de um ser integral. Devemos buscar diagnósticos aos resultados de nosso educação, não apenas para publicidade, mas acima de tudo, fazer o controle permanente de nossas práticas, buscando em cada agente o verdadeira compromisso de mudança no sentido de uma educação integral e de sucesso.
ONAZIS DO AMARAL