quarta-feira, 1 de abril de 2015

ATIVIDADES DO CADERNO II

REFLEXÃO E AÇÃO
  • E em quais outras iniciativas podemos pensar para ampliar o campo de conhecimento sobre quem são eles e elas que estudam e vivem a escola?Buscar perceber como os jovens estudantes constroem o seu modo próprio de ser jovem é um passo para compreender suas experiências,necessidades e expectativas.
  • Sua escola está também aberta para o diálogo com as culturas juvenis que envolvem os jovens fora da escola? Que tal promover um diálogo sobre a questão,após assistir ao documentário O desafio do passinho: uma forma de expressão corporal e sociocultural?https://www.youtube.com/watch?v=ggDH2IvNEBk
  • Como podemos ser parceiros e coconstrutores de projetos para o futuro dos jovens e das jovens estudantes? Que tal buscarmos estratégias metodológicas para que os estudantes falem de si no presente e de seus projetos de vida futura?Seus estudantes têm cosciencia de seus direitos de trabalhadores e trabalhadoras?Não trabalham, mas pensam em trabalhar ainda durante o tempo de escola?Que tal abrir um diálogo com eles sobre essas e outras questões?
  • Que tal então produzir coletivamente uma carta dos professores e professoras endereçada ao jovem estudante de sua escola? Acesse no Portal EMdiálogo a carta ao jovem estudante elaborada coletivamente por professores do estado do Ceará:http://www.emdialogo.uff.br/content/carta-ao-jovem-estudante

13 comentários:

  1. FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/2015

    ESCOLA FÉ EM DEUS

    1- REFLEXÃO E AÇÃO-ATIVIDADE-1, CADERNO-2
    “Os Jovens suas experiências, necessidades e expectativas, na construção do conhecimento, via escola pública”
    Professor X Alunos

    A escola que pensamos e precisamos, é uma escola que tenha seus princípios com base na Gestão Democrática, que apresente regras claras que assegurando a participação efetiva de estudantes, professores, funcionários, familiares e outros seguimentos da sociedade organizada e financiamento do estado. Nesses ambientes ou espaços de ensino devem colocar os jovens estudantes e as suas vozes como os atores centrais do processo educacional, em cada aspecto das operações da escola, incluindo aprendizagem, ensino e liderança. Os professores e pedagogos deverão ser facilitadores que participam do processo educacional auxiliando nas atividades educacionais de acordo com os interesses da sociedade e com significado para a vida dos estudantes.
    Assim, podemos observar que todos estão democraticamente comprometidos na construção coletiva do conhecimento no espaço escolar e na responsabilidade das relações de compromisso um com os outros. Dessa forma o estudante aprende a ter iniciativa e determinar a velocidade de seu aproveitamento no processo de ensino-aprendizado, praticando atividades que são do seu interesse. A aprendizagem na educação democrática enfrenta outros entraves internos e externos para o seu pleno funcionamento, entre eles a demora no reconhecimento e ampliação dos direitos do estudante, à tardia ampliação de direitos faz a criação de um contexto complexo de uma sociedade muito desigual, com índices alarmantes de pobreza e violência, onde a falta de acesso ao ensino médio (em especial no ensino noturno) gera a falta de oportunidades de formação para os jovens em geral. Este fato é facilmente comprovado pela precariedade das condições de vida de grande parte de nossos jovens brasileiros, onde 50% não estão matriculados no ensino médio.
    A insegurança escolar provocada principalmente pela violência em torno da escola, entre alunos e alunos, alunos e professores, a indisciplina em sala de aulas, uso de drogas e outros, são fatos que acabam inibindo a participação democrática desses entes na busca de práticas pedagógica de qualidade, com vista a transmissão de saberes sistemáticos para a construção da identidade pessoal do aluno. O impedimento dessas práticas pedagógicas faz aumentar muito o distanciamento do ensino escolar do mundo profissional do desses jovens. Neste sentido o importante é que o professor consiga despertar no aluno a vontade pela busca do conhecimento, em tirar de si mesmo o prazer para estudar as matérias que compõem o currículo do ensino médio da escola pública, professores e alunos devem estar juntos nesse processo e não buscando culpados pelo fracasso de um ou de outro, mas sim buscar modelos que possam minimizar o problema da educação no ensino médio nas escolas públicas.

    ONAZIS DO AMARAL

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  2. FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/2015

    ESCOLA FÉ EM DEUS

    1- REFLEXÃO E AÇÃO – Caderno-2, Atividade-2.
    “Diálogo, Internet, escola, aluno e Professores”
    (Internet X Educação)

    A Expansão da internet no meio social é considerada a mídia mais promissora desde o surgimento dos meios de comunicação de massa como a televisão. Trata-se de uma mídia mais descentralizada existente atualmente, e justamente por esse motivo passa a ser também a mídia mais ameaçadora para muitos grupos. As pessoas dizem o que querem por meio da internet, conversar com quem desejarem, oferecer serviços que considerarem convenientes, etc. Neste mundo cibernético a educação escolar não poderia ficar imutável, ocasionando grandes problemas em sala de aulas, pois nossos alunos, quase que na unanimidade tem um aparelho de celular, e possuem muito mais cedo um perfil no Orkut, no whatsap, no Face book ou no Google, outros. E nos professores já experimentamos fazer uso dessas redes sociais como instrumento educacional? O contato com os estudantes na internet ajuda o professor a conhecê-los melhor, assim melhorar a comunicação com os alunos e sua prática educacional, pois nas redes sociais o aluno diz o que pensa, ele fica mais à vontade para falar dele, é um canal de diálogo mais eficaz com os jovens estudantes e professores.
    As ferramentas da internet devem ser usadas de diversas formas como instrumento de apoio educacional tanto no contexto presencial na sala de aula ou como na educação a distância como fonte de apoio. Quando o professor sabe quais são os interesses dos jovens para os quais dá aulas, ele prepara aulas mais focadas e interessantes, facilitando o processo de ensino-aprendizagem em sala de aula. Neste pensamento o Professor deve incluir no seu planejamento a internet com fins educacionais, como rede de conhecimento, correio eletrônico, fóruns, bibliotecas virtuais, e outros. Sempre sobre a orientação do professor na utilização dessas mídias na escola e fora dela. No entanto o professor enfrenta muitos desafios dentro da escola, entre os quais, a falta de computadores, acesso à internet, capacitação de professores e alunos(oficinas). A simples existência de uma sala de informática não se traduz em melhoria do desempenho escolar na escola pública, é necessário envolver toda a comunidade escolar: professores, alunos, familiares e direção escolar, visando utilizar a internet como instrumento de ajuda ao professor na transmissão de conteúdos de sua disciplina, tornando mais prazeroso o processo de ensino-aprendizagem para o aluno no ensino público.


    ONAZIS DO AMARAL

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  3. Vejam uma situação a atividade-3, do caderno II, só pode ser feita pós o diagnóstico dos alunos que estão no mercado de trabalho, ou seja só pode ser realizada após a segunda pesquisa aplicada aos alunos.
    Vejam se é isso mesmo.
    Onazis do Amaral

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    1. Não necessariamente,pois você pode ter uma ideia de como podemos ser parceiros e coconstrutores destes projetos. E a partir daí buscar estratégias metodológicas para que os estudantes falem de si no presente e de seus projetos de vida futura para que juntos desenvolva de forma coerente este projeto.Quanto a questão da consciência dos estudantes em relação aos seus direitos você deve ter uma concepção a respeito pois você já trabalha nesta comunidade a algum tempo. E quando retornamos as aulas podemos abrir um diálogo com eles sobre essas e outras questões.

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    2. FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/2015
      ESCOLA FÉ EM DEUS
      ETAPA-I CADERNO-II
      1- REFLEXÃO E AÇÃO – ATIVIDADE-3.
      “O ensino noturno e trabalho”
      O ensino médio noturno sempre foi conduzido como uma cópia do que se faz no período diurno. Portanto, não possui uma identidade própria, que atenda as peculiaridades deste do aluno da escola pública que possui grandes inconveniência para continuação de seus estudos. A escola Fé em Deus, não fica fora desta realidade, nossos alunos na maioria com defasagem idade série, desenvolvem alguma atividade remunerada durante o dia, outros já constituíram família, os professores, na maioria já vem para o terceiro turno de jornada de trabalho diário. Essas características peculiares deste turno torna o processo de ensino noturno um desafio muito maior para alunos e professores conseguirem um resultado satisfatório, o que temos observado que esses problemas, vem contribuindo para o aumento do número de abandono pelo aluno no turno da noite em nossas escolas, visando corrigir ou amenizar esta situação desfavorável em nossa educação, é necessário repensar nossas ações, com um novo replanejamento de nossas aulas.
      Essas dificuldades deste turno se contrapõem ao desejo de promover um ambiente de aprendizagem com significado para esse aluno e para sua vida profissional, que de alguma forma os conteúdos estudados na escola possa ter uma relação direta com suas relações sociais. Neste sentido ter o conhecimento das atividades desenvolvidas pelo aluno no mercado de trabalho e os sonhos profissionais dos que pretendem ingressar no mercado de trabalho, é elemento que deve ser levado em consideração no momento do planejamento das aulas para esse público alvo. Finalidades bem definidas tanto para o aluno que já está no mercado de trabalho, visando melhorar suas atribuições profissionais, bem como para os alunos que pretendem ingressar no mercado de trabalho, que possa facilitar seu ingresso na vida profissional. Parece-me, então, que as condições de funcionamento das escolas noturnas de ensino médio não atendem às reais necessidades de prosseguimento dos estudos quando a formação não mais atendia às necessidades da população estudantil e do mercado de trabalho. A ação de fazer um planejamento voltado ao ensino noturno é fator indispensável para a permanência e sucesso de nossos alunos do turno da noite.



      ONAZIS DO AMARAL

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  4. ATIVIDADE 1/ CADERNO 2
    A relação professor/aluno envolve interesses e intenções, pois esse reacionamento precisa ter uma didática sistematizada para facilitar o aprendizado dos alunos.
    E, também, a relação entre professor e aluno depende, primeiramente, do clima estabelecido pelo professor, da relação empática com seus alunos, ter capacidade de ser maleável, transformar suas aulas dinâmicas e também ser o facilitador da aprendizagem, aberto às novas experiências procurando compreender também os sentimentos e os problemas dos alunos que estão com dificuldades no aprendizado.
    Ou seja, a relação do professor com seus alunos é de fundamental importância para a educação e o professor deve ser o facilitador da aprendizagem.

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  5. ATIVIDADE 2 / CADERNO 2
    Tendo como base os alunos do 3°ano do Ensino Médio do ano
    letivo de 2014, com respeito ao uso da internet, principalmente, pelo celular percebi que grande parte desses jovens estão preocupados em sempre atualizar seus "status", curtir ou compartilhar publicações sem grandes rendimentos em relação aos estudos. Uma minoria que utilizam a internet para fazerem pesquisas escolares.
    Em relação aos papos virtuais, muitos utilizam os bate papos virtuais com os amigos, familiares e, também, para conhecer novas pessoas.
    Percebi, também, que as minhas aulas de inglês se tornam mais dinâmicas quando eles utilizam a ferramenta google tradutor.

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  6. ATIVIDADE 3/ CADERNO 2
    A pesquisa que farei terá o seguinte questionário:
    1. Você estuda e trabalha?
    2. Que trabalho você realiza?
    3. Com que você já trabalhou?
    4. Possui carteira assinada?
    5. Pretende fazer o ENEM?
    6. Qual será o seu curso?

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  7. ATIVIDADE 4/ CADERNO 2
    Queridos estudantes,
    Venho escrever para vocês com o intuito de perguntar sobre o que esperam obter na Escola Fé em Deus tanto no presente quanto no futuro. E, também, será que estou fazendo um bom trabalho? O que vocês esperam de mim?
    O que posso falar à vocês é que continuem correndo atrás de seus sonhos e objetivos a serem conquistados, nunca desistam por mais que outras pessoas digam que vocês não conseguirão. Tenham fé em Deus e tracem suas metas, porque a vida nos ensina que a melhor maneira de termos um futuro digno é através dos estudos, experiência própria.
    Abraços, Prof° Selma Carolina Saraiva

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  8. LIVRO 2
    REFLEXÃO E AÇÃO – ATIVIDADE 1

    Atualmente, um dos aspectos presentes dentro das escolas que vem dificultando a relação entre professores e alunos é a busca dos culpados para os fracassos existentes nas mesmas. Educadores dizem que não há um bom desempenho de seu trabalho porque, além de outros motivos, seus alunos não se empenham o necessário, não mostram muito interesse em adquirir conhecimento. Por outro lado, os jovens afirmam que métodos tradicionais, didática frágil, etc., acabam desestimulando-os a aprender os vários conteúdos das mais diversas disciplinas.
    Diante de tal fato, podemos perceber que essa busca de culpados acaba levando os protagonistas do processo ensino-aprendizagem a se distanciarem de seus papéis e esquecerem da real função da escola.
    Então, para que a relação conflituosa entre professores e alunos possa mudar, é necessário haver, inicialmente, o reconhecimento mútuo, o que destacará o valor, as angústias, os anseios de cada lado, evidenciando o elo indissolúvel entre os mesmos.

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  9. LIVRO 2
    REFLEXÃO E AÇÃO – ATIVIDADE 2

    Como foi dito na atividade anterior, para se ter o bom desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, é imprescindível o entendimento entre alunos e seus professores, sendo que principalmente estes últimos têm uma tarefa árdua, já que, além de ministrarem conteúdos intermináveis, ainda precisam ter uma sensibilidade aguçada, ser psicólogos, assistentes sociais, etc., para darem conta de toda a complexidade dos seus alunos, pois são diversos os fatores – inclusive aqueles encontrados além dos muros das escolas – que influenciam decisivamente no rendimento dos estudantes.
    Um dos aspectos que devem ser atentados diz respeito às diversas culturas que envolvem os jovens fora da escola,como,por exemplo, a vida social dos mesmos na internet. Ao entrarmos em contato com as muitas conversas dos jovens no mundo virtual, percebemos a gama de assuntos abordados e um tipo específico de linguagem, bem diferente do que é ensinado, e constantemente valorizado, na escola. Por causa disso, muitas vezes os jovens são discriminados, reprimidos, o que só aumenta o abismo que os separa do universo escolar.
    O papel dos educadores e da escola é respeitar a individualidade de seus alunos, bem como dos grupos em que estão inseridos; é ensiná-los a utilizar de forma adequada a língua, dependendo do momento e meio em que estejam, e de quem sejam seus interlocutores. Ou seja, a escola não pode querer anular a bagagem cultural trazida pelos jovens; não pode considerá-los como “caixas vazias”; ela deve incentivar suas potencialidades considerando toda a sua sabedoria, vivência e suas expectativas.

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  10. LIVRO 2
    REFLEXÃO E AÇÃO – ATIVIDADE 3

    A escola é um importante instrumento para a edificação do futuro dos jovens estudantes. Sendo assim, faz-se necessário buscarmos maneiras de participarmos de forma contundente desse projeto. Um dos primeiros passos para isso é levar em consideração aquilo que o jovem almeja; a partir daí, devemos mostrar e facilitar o percurso do mesmo por tal caminho.
    Para que nós, professores, possamos conhecer os planos dos jovens sobre o seu futuro precisamos criar estratégias metodológicas que os levem a expressar sua visão sobre o seu presente e seus projetos posteriores. Isso pode ser feito de diversas formas, desde com uma simples conversa em sala de aula sobre o assunto, passando por elaboração de textos pessoais – do tipo “Autorretrato” –, até a elaboração e aplicação de questionários e entrevistas,os quais apresentariam uma sondagem mais aprofundada sobre as expectativas dos jovens sobre o seu futuro.
    Podemos perceber que o enlace de professores e alunos na construção do futuro destes últimos baseia-se no diálogo. Por isso, sempre deve haver um canal aberto entre os principais sujeitos que integram o universo escolar.

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